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Autor: SocioambientalOnline

JANELAS DE OPORTUNIDADES

MARILENA LINO DE ALMEIDA LAVORATO 12/11/2016  As janelas de oportunidades que a dinâmica das mudanças atuais trazem para a sustentabilidade, não devem ser desperdiçadas. Sabemos que em tempos turbulentos, as dificuldades aumentam e a confiança sofre abalos. Mas as janelas das oportunidades continuam existindo, mesmo em momentos desta natureza. O que ocorre é que ninguém gosta de sair da zona de conforto, e a desconfiança sobre o futuro, paralisa as pessoas e as empresas.  Primeiro vem o período das lamentações e das justificativas, e depois de algum tempo, é que chega a lucidez e a praticidade para se mexer e caminhar. Vivemos a fase das inovações disruptivas e o darwinismo tecnológico é uma das realidades vivenciadas pelas empresas na chamada 4a revolução industrial Qualquer semelhança com a teoria da evolução de Darwin não é mera ficção neste caso. “Não são os mais fortes que sobrevivem, e sim os que melhor se adaptam as mudanças”. Pois então, olhar a nossa volta e procurar pelas janelas de oportunidades neste novo cenário é a melhor aposta. Tudo muda, e nós temos que nos adaptar as mudanças, ou melhor, aproveitar as janelas de oportunidades que as mudanças trazem. Resistir (ou negar) as mudanças é perigoso. A sustentabilidade (ou seus princípios e diretrizes) dentro deste contexto aparece em várias situações: na flexibilidade, resiliência, acuidade, criatividade, inteligência, integridade e ousadia. A somatória destas características prepara as pessoas...

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SUSTENTABILIDADE É RESULTADO DA BOA GESTÃO

 Marilena Lino de Almeida Lavorato 17/10/2016 Escrever sobre sustentabilidade não é fácil, nem simples. Um tema amplo, cheio de interconexões, especificidades e desafios. Por isto resolvi, num momento digamos assim “criativo didático”, organizar a sustentabilidade em uma linha de pensamento simplificado. E já que temos que começar por alguma diretriz escolhi o mais conhecido do mundo corporativo que é “o triple botton line”. Conceito criado pelo sociólogo e consultor britânico John Elkington enxerga a sustentabilidade resultante do equilibro dos indicadores sociais, ambientais e econômicos da organização. Mas eis que surge o primeiro desafio: Se os indicadores são interdependentes e se influenciam mutuamente, não poderão ser administrados separadamente. Temos que operacionalizá-los simultaneamente. Desafio que demanda esforço intelectual para definir prioridades e estratégias. Muitas competências distintas neste esforço das práticas sustentáveis que resultarão nos robustos indicadores sociais, ambientais e econômicos. E, que por sua vez resultarão na sustentabilidade entendida pelo autor John Elkington quando criou este conceito. E uma nova questão aparece: Estamos falando de gestão ou de sustentabilidade? E a resposta: De ambos. A “Sustentabilidade” pode ter muitas interpretações, mas na prática, ela representa a “Perenidade ” da empresa em cenários futuros Podemos atuar em temas técnicos que exigem especializações especificas (resíduos, emissões, energia, recursos hídricos, etc.), ou em temas de governança que exigem visão sistêmica, e também habilidades específicas de administração e negócios.  A sustentabilidade só existirá se tivermos alcançado...

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SUSTENTABILIDADE – PRESENTE E FUTURO

MARILENA LINO DE ALMEIDA LAVORATO 11/05/2017 O termo sustentabilidade traz no seu DNA o futuro. Trabalha-se para não comprometer o futuro das próximas gerações, o futuro dos recursos naturais, o futuro da segurança social e econômica, o futuro do futuro.  E, o nosso futuro comum sempre será resultado das nossas práticas presentes. Talvez por isto, a sustentabilidade tenha muitos simpatizantes e poucos praticantes.  Todos sonham com um futuro melhor, mas poucos conseguem realiza-lo com o êxito que se espera. Entre a intenção e a realização há uma grande distância, e como diz o ditado, de boa intenção o inferno está cheio. A regra do mercado é lógica e implacável para com seus “Players”, e esteja certo, inclui a variável socioambiental. Poucos ainda se deram conta disto. Pensam e agem da mesma forma de décadas atrás. Argumentam que se deu certo até agora, dará certo daqui para frente. Mas a fila anda, o tempo muda e as lideranças se alternam. O mercado não é estático, e a inovação sempre conta. EMPRESAS INTELIGENTES TRATAM A SUSTENTABILIDADE COMO UMA NOVA FRONTEIRA DE INOVAÇÃO Mas nem tudo está perdido, e as empresas inteligentes estão tratando a sustentabilidade como uma nova fronteira de inovação.  Ganham dinheiro e geram valor a sociedade. Provam que sustentabilidade e competitividade não são excludentes, pelo contrário, são complementares. Hoje, mesmo com a crise que vive o país, estas empresas...

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MAR VERMELHO E MAR AZUL

MARILENA LINO DE ALMEIDA LAVORATO 18/05/2017 Se a sustentabilidade com seus fundamentos e diretrizes apontam soluções que representam uma ruptura com os velhos moldes de pensar e agir das organizações (e pessoas), então  temos que resgatar a estratégia do “mar vermelho” e “mar azul”  dos autores W. Chan Kim e Renée Mauborgne  do livro A Estratégia do Oceano Azul. Nesta obra, seus autores destacam que em se tratando de estratégias de mercado, o pensamento convencional e resistente não é  o melhor dos mundos, pelo contrário. Quando perdemos nossa curiosidade, perdemos junto a capacidade para olhar ao nosso redor, e navegar em novos oceanos (mercados). No livro, os autores ilustram este pensamento da seguinte forma “mar vermelho” é onde a maioria das organizações se encontram brigando por um lugar ao sol, dividindo comida e espaço.  Já o “mar azul” é límpido e inexplorado, sem grandes perigos, com muita comida, espaço e a espera de seu desbravador . Resumo: ao invés da luta sangrenta no “oceano vermelho” da competição nos moldes conhecidos, porque não novos pensamentos e estratégias para desbravar “oceanos azuis” de espaços inexplorados de mercado. A sustentabilidade é o mar azul que nem todos viram ainda porque estão muito ocupados com o mar vermelho. Não entendem que o mar vermelho ficará cada vez mais vermelho para quem resiste em reconhecer os benefícios e avanços da sustentabilidade. A travessia do “velho modus operandi” para o “novo...

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LOGÍSTICA REVERSA PARA TODOS

FABRICIO SOLER DORADO 29/04/2017   Recente levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que 60% dos municípios brasileiros ainda fazem a disposição inadequada dos rejeitos, valendo-se de lixões. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) determinou que a extinção desses vazadouros ocorresse em 2014; e, na esteira de inobservância aos prazos estabelecidos na lei, somente 2.325 municípios de um total de 5.568 elaboraram planos de gestão integrada de resíduos sólidos, sendo que o prazo então fixado era 2012. Segundo o TCU, observa-se que não tem sido dada a atenção necessária aos instrumentos fundamentais de planejamento da política,...

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